Affaire Maëlys : le suspect vendait de la drogue au mariage | Valeurs actuelles venda de amostras christian louboutin

Affaire Maëlys : le suspect vendait de la drogue au mariage

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valeursactuelles.com
/ Jeudi 14 septembre 2017 à 21:01
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L'avis de recherche de la petite Maëlys. Photo © ALLILI/SIPA.

Nouveau. Dans son édition de ce 14 septembre, Paris Match dévoile son enquête sur le principal suspect de l’affaire Maëlys. Beaucoup de détails indiquent que l’homme de 34 ans avait un comportement très inquiétant le soir du 26 au 27 août.

Plus de deux semaines après sa disparition d’un mariage, dans la nuit du 26 au 27 août, la petite Maëlys reste introuvable et les enquêtes de terrain vont prochainement prendre fin. Ce jeudi 14 septembre, Paris Match apporte des précisions inquiétantes au sujet de Nordahl L., le principal suspect de l’affaire. Dans ce reportage, on apprend que l’ex-militaire ne devait même pas être présent au mariage.

En effet, il aurait “lourdement insisté” pour être invité à la fête. En guise de remerciement, il a proposé d’apporter de la cocaïne, qu’il a vendue au cours de la soirée à “quelques invités”. Selon nos confrères, il a également consommé cette drogue. L’homme de 34 ans est connu de la police pour des faits de petite délinquance touchant aux stupéfiants. C’est d’ailleurs à cause de son “addiction aux drogues” qu’il aurait été viré de l’armée, explique Paris Match.

“Un comportement inadapté” avec les enfants

Mais ce n’est pas le seul comportement douteux du suspect. En effet, il aurait aussi eu “un comportement inadapté” avec les enfants. L’homme “a été vu par de nombreux témoins, dans la salle où les enfants dormaient sous l’œil de la baby-sitter. Dans cette pièce isolée, il parlait avec Maëlys et lui montrait sur son téléphone portable des photos de ses chiens, l’une des passions de la petite fille”, explique un invité du mariage à Paris Match.

In fine, lorsque vers 3h10 du matin les 180 convives se mettent à chercher la petite fille de 9 ans, Nordahl L. prétend être malade à cause de l'alcool et se fait accompagner par un ami aux toilettes. Ce dernier affirme qu’il aurait fait semblant de vomir. A l’arrivée des gendarmes, l’homme a déjà disparu.

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Disparition de Maëlys : la famille sort du silence

Commentaires

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Boutros - 23/09/2017 - 10:07 Permalien

Et pourtant, il avait été décrit par les parents comme un garçon gentil qui aimait les chatons, fait traverser la rue aux personnes âgées et aux aveugles et qui ne s'endort jamais sans son ours en peluche.

catherine - 14/09/2017 - 21:46 Permalien

Des journalistes ont aussi indiqué quil avait ete condamné a 1 an de prison pour avoir incendié un restaurant. .Alors svp, qui dit la vérité?

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História da Colgate

Colgate-Palmolive Company, empresa diversificada americana que fabrica e distribui domésticos e de limpeza comercial, produtos de cuidados pessoais odontológicos e outros, e os alimentos para animais no Estados Unidos e em mais de 200 outros países e territórios em todo o mundo.

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Sede na Cidade de Nova Iorque.

História da Colgate
Logo da Colgate Palmolive

A história da Colgate-Palmolive

Após sua fundação no Rio de Janeiro, em 1927, as atividades da Colgate-Palmolive voltaram-se para o conhecimento do mercado, dos hábitos de higiene da população e do estudo de fórmulas de produtos que melhor atendessem às necessidades do consumidor, respeitando o clima e as condições locais. Essa preocupação está fortemente presente nos dias atuais. Ao longo de toda a sua história, a empresa sempre primou pelo respeito aos seus funcionários, consumidores e entidades parceiras, com o foco na prevenção e na disseminação de ações de educação sobre saúde bucal.

Atualmente, a empresa comercializa, para segmento de higiene oral, cremes dentais com as marcas COLGATE, Sorriso, Tandy e Prevent; fios dentais COLGATE, Sorriso Kolynos e Sorriso Fresh; escovas dentais COLGATE e Sorriso Kolynos e enxaguatórios bucais COLGATE Plax e Sorriso Fresh. A linha de higiene pessoal é composta pelas marcas PALMOLIVE, Protex, Pom Pom, Darling, Evitol, Optims, Speed Stick, Lady Speed Stick, Cashmere Bouquet. E a linha de limpeza doméstica, pelas marcas Pinho Sol, Ajax, Ola e Suavitel.

Em todo o mundo, as comunidades podem contar com os produtos e comprometimento da Colgate-Palmolive por uma vida mais saudável e produtos para o bem-estar pessoal. O Brasil, entretanto, tem lugar especial no coração da empresa. O sucesso desfrutado e a consolidação de sua marca no país é um orgulho que ela partilha junto de seus mais de 3 mil funcionários, os representantes e responsáveis pela excelência que a Colgate-Palmolive construiu ao longo de seus 80 anos no Brasil.

Você Sabia?

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No dia 1º de fevereiro de 1927, o então presidente da República, dr. Washington Luiz Pereira de Souza, decretava autorizada a instalação da Colgate & Company of Brazil Limited, no Rio de Janeiro. O ato fez da empresa a pioneira na introdução de dentifrícios no Brasil e sua comercialização em escala. Naquele ano, foi lançado o sabonete Palmolive; dois anos depois viria o lançamento do creme dental Colgate. Em 1940, o creme passou a ser fabricado no Brasil, sendo que a primeira fábrica foi aberta em São Paulo, na Vila Mariana, cinco anos mais tarde. Era o começo de uma história de inovação, profissionalismo e dedicação.

Saúde Bucal e Responsabilidade Social: marcas registradas da companhia

A Colgate-Palmolive contou, desde o início, com o apoio da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), que além de ser um importante vínculo com a classe profissional foi fundamental para o desenvolvimento da empresa no País, avaliando e comprovando os benefícios dos produtos aos consumidores brasileiros. Esta parceria pode ser observada nos dias atuais pela intensa participação em eventos voltados para a classe odontológica e ações que beneficiam diretamente o consumidor, como o Mês da Saúde Bucal.

Para contribuir no desenvolvimento do Brasil, a Colgate-Palmolive mantém um forte compromisso com ações de responsabilidade social. Efetivadas por meio do programa “Sorriso Saudável, Futuro Brilhante” que, desde a década de 70, já favoreceu mais de 42 milhões de crianças de 27 Estados brasileiros. Também são atingidos por essas iniciativas professores e profissionais ligados educação e à saúde, bem como as famílias dos beneficiados.

Além disso, desde sua fundação no Brasil, a Colgate-Palmolive mantém um programa de doação financeira para instituições que trabalham pela melhoria das condições de comunidades carentes nas áreas da saúde, educação e qualidade de vida. Entre elas estão a Associação Viva e Deixe Viver, a Fundação Abrinq pela Defesa dos Direitos da Criança, a Associação Parceria Contra as Drogas e o Instituto de Qualidade no Ensino.

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A companhia participa ainda do grupo de Líderes Empresariais/Empresários pelo Desenvolvimento Humano, que contribui para os projetos de aprendizagem desenvolvidos pelo Instituto Ayrton Senna. Em 2006, os programas Se Liga (de alfabetização) e Acelera Brasil (de aceleração de aprendizagem) atenderam, em Pernambuco, um total de 120.114 mil alunos de 1.787 escolas estaduais e municipais.

Natureza Preservada

O cuidado com o meio ambiente também faz parte do posicionamento da Colgate-Palmolive. A empresa trabalha pela preservação dos recursos naturais com o uso eficiente de água e energia, tratamento de efluentes, reaproveitamento de água tratada, destinação correta do lixo e reciclagem, além de adotar critérios de biodegradabilidade na escolha de embalagens e matérias-primas.

Para reforçar sua atuação a empresa criou, em 2001, o Clube de Ecologia Sorriso Herbal (ClubECO), que conta com mais de 140 voluntários, entre funcionários, familiares e amigos, que são treinados para difundir princípios de preservação da biosfera, em especial para crianças de 7 a 12 anos. Elas participam de dinâmicas e atividades lúdicas, preparadas pela equipe para divulgar o conceito de preservação da natureza. O ClubECO também é responsável pela manutenção de três viveiros que produzem, anualmente, cerca de cinco mil mudas cada. Recentemente, para envolver os filhos dos funcionários na prática ambiental, foi criado o ClubECO do Futuro, uma iniciativa que visa a levar voluntários e seus filhos a reservas ecológicas, zoológicos e parques nacionais.

Esta movimentação em prol da natureza se estende à linha de produtos da companhia. Há 10 anos, parte da receita obtida com as vendas dos produtos da linha Sorriso Herbal é revertida para a Fundação SOS Mata Atlântica, uma ONG que há 19 anos defende os remanescentes da Mata Atlântica e promove a recuperação das regiões devastadas, tanto pelo plantio quanto pelo desenvolvimento das comunidades que habitam essas regiões, valorizando sua identidade física e cultural.

Também é fruto dessa parceria o programa “Natureza Preservada, Futuro Garantido”, que desenvolve projetos como as Miniflorestas Sorriso Herbal, O Centro Tuzino de Educação Ambiental e Difusão do Palmito – que promove o desenvolvimento sustentável no Vale do Ribeira (SP) –, e o Atlas dos Municípios da SOS Mata Atlântica, um relatório do monitoramento dos remanescentes florestais em mais de 1.944 municípios de oito dos 17 Estados que abrigam o bioma.

COLGATE-PALMOLIVE

A Colgate-Palmolive é uma companhia global que atende aos consumidores em mais de 200 países e territórios, por meio da produção e comercialização de produtos de consumo. A companhia é focada em fortes marcas globais em seus negócios – cremes e escovas dentais, sabonetes em barra e líquidos, shampoos e condicionadores, produtos de limpeza, lava roupas e pet food. No Brasil, a empresa comercializa, para segmento de higiene oral, cremes dentais com as marcas COLGATE, SORRISO, Tandy e Prevent; fios dentais COLGATE e SORRISO; escovas dentais COLGATE e SORRISO e enxaguantes bucais COLGATE Plax.

A linha de higiene pessoal é composta pelas marcas PALMOLIVE, Protex, Darling, Lady Speed Stick, PALMOLIVE Amazônia e PALMOLIVE Nutri Milk, e a linha de limpeza doméstica, pelas marcas Pinho Sol, Ajax e Ola.

Fonte: www.lvba.com.br

História da Colgate

A História da Empresa Colgate

Em 1806, um jovem de 23 anos imigrante Inglês para a América, William Colgate lançou uma pequena instalação de fabricação e varejo fabricação e venda de amido, sabão e velas. No ano seguinte, Francis Smith se juntou a ele no mundo dos negócios e da pequena instalações foi renomeada Smith e Colgate.

Em 1820, Colgate começou a experimentar com amido como um enchimento de baixo custo em seu sabonete para derrubar custo e ele logo se tornou a maior fabricante de amido no país.

Em 1866 Colgate & Company lançou uma linha de perfumes e essências, e só em 1873 fez eles introduzem creme dental.

Como o próprio nome sugere, Colgate Palmolive-Peet foi o produto de fusões. Seu núcleo do B. J Johnson Soap Co. de Milwaukee, que foi fundada após a guerra civil.

Em 1926, a Johnson Co. adquiriu baseados-City Kansas Peet Brothers, que estava em operação desde 1872.

Finalmente, em 1928, a aquisição da Colgate concluída a formação de Colgate-Palmolive-Peet.

A primeira empresa expandiu-se para a Europa na década de 1930 com a compra de vários fabricantes de sabão franceses e alemães.

Ele mudou-se para eles asiático durante os anos 1950.

Em 1995, Colgate entra na Europa Central e na Rússia, expandindo em mercados de rápido crescimento. Colgate adquire Kolynos negócio Higiene Oral na América Latina e lança líder de mercado Sorriso pasta de dente.

Em 1996, Sorriso Saudável, Futuro Brilhante programa de educação em saúde bucal se expande para chegar a 50 países com programas na escola e clínicas odontológicas móveis.

Em 1997, o creme dental Colgate Total é introduzido e rapidamente se torna o líder de mercado em os EUA Somente Colgate Total, com sua proteção 12 horas, luta uma gama completa de problemas de saúde bucal.

Em 2004, Colgate concluída é comprado da empresa privada de cuidados bucais Europeia, GABA para $ 841.000.000.

Hoje, Colgate centra-se em quatro negócios principais: Higiene Oral, cuidados pessoais, Home Care e Pet Nutrition. Colgate agora vende seus produtos em 222 países e territórios em todo o mundo.

A história

A COLGATE foi fundada em 1806 por William Colgate, um imigrante inglês que iniciou seu negócio de sabonetes, gomas e velas na Rua Dutch na Cidade de Nova Iorque. No ano seguinte, Francis Smith entrou na sociedade da fábrica que passou a se chamar Smith & Colgate. A sociedade foi desfeita em 1813, quando William chamou seu irmão, Bowles, para ser seu novo sócio. A empresa passou então a se chamar William Colgate & Co. Revelando, desde sempre, uma forte orientação para a comunicação, William, em 1817, dá início a uma arrojada e inovadora campanha de divulgação, anunciando os seus produtos em jornais, com a campanha “Soap, Mould and Dipt Candler”, e colando cartazes pelas ruas da cidade. Poucos anos depois, ele e seu cunhado, John Gilbert, construíram uma fábrica de cola nos arredores da cidade de Jersey. Os principais produtos fabricados na época eram sabonetes (Windsor Toilet Soaps) e gomas (Pearl Strach). No fim da década de 20 a empresa iniciou um período de expansão internacional e, em diversos países, surgiram filiais, desenvolvendo as principais atividades de comercialização e industrialização, na conquista dos mercados emergentes.

A Colgate & Company, assim designada após a morte do seu fundador em 1857, lança no mercado, no ano de 1866, o seu primeiro sabonete cosmético perfumado – chamado “Cashmere Bouquet” – que, até finais dos anos 80, encontrava-se ainda na preferência de muitos consumidores norte-americanos, o que significa que o seu sucesso se estendeu durante cerca de 120 anos. As inovações urgem e, em 1873, lançou o produto que viria revolucionar a imagem da empresa – o creme dentrífico Colgate (conhecido hoje em dia como pasta de dente). Inicialmente comercializado em potes, era uma pasta cremosa e aromática, que a partir de 1896 passou a ser embalada em tubos flexíveis de estanho, muito semelhantes aos que conhecemos atualmente. Nesse mesmo ano, foi estabelecido o primeiro laboratório de pesquisa COLGATE. No ano de 1906, a Colgate & Company celebrou seu Centenário com uma linha de produtos com mais de 800 variáveis..

A empresa inicia, em 1911, um projeto educacional de saúde bucal para crianças com a distribuição de amostras grátis de escovas e cremes dentais, proporcionando que higienistas demonstrem a correta maneira de escovação. Três anos mais tarde, instalou sua primeira subsidiária Internacional no Canadá. Na década de 20 começou a instalar operações na Europa, Ásia, América Latina e África. Em 1928, associou-se à Palmolive-Peet Company, que se dedicava ao fabrico de sabonetes desde 1864 quando foi fundada por B.J. Johnson na cidade de Milwaukee, constituindo assim a Colgate Palmolive-Peet Company.

Aproveitando a notoriedade dos seus produtos, nomeadamente a pasta dentrífica COLGATE e o sabonete Palmolive, a nova empresa aumentou suas vendas.

No final da Segunda Guerra Mundial, em 1947, e mantendo-se na vanguarda das inovações, lançou um novo produto, na categoria de limpeza doméstica – o AJAX – estabelecendo uma poderosa marca global no segmento, passando, assim, a atuar em três segmentos diferentes: a higiene oral, pessoal e limpeza doméstica.

Em 1953, passa então a adotar a sua atual denominação social: Colgate-Palmolive. As vendas anuais da empresa ultrapassaram a marca dos US$ 5 bilhões em 1989. O Programa de saúde bucal – Sorriso Saudável, Futuro Brilhante – é expandido em 1996, atingindo 50 países com programas escolares e clínicas dentais móveis. Em 1998 a COLGATE se tornou líder no mercado norte americano. Nos anos seguintes a COLGATE lançou produtos inovadores proporcionando a milhões de pessoas uma correta higiene bucal. Além disso, a empresa se expandiu para novos mercados como a Rússia e países da Europa Central.

Linha do Tempo

1806: William Colgate iniciou seu negócio de sabonete e velas na Rua Dutch na Cidade de Nova Iorque.
1817:
Surge o primeiro comercial da Colgate nos jornais em Nova Iorque.
1864:
B.J. Johnson abre uma fábrica de sabonete em Milwaukee, WI que mais tarde transforma-se na Companhia Palmolive.
1866:
Colgate lança os sabonetes perfumados e essências / perfumes.
1872:
Peet Brothers instala Companhia de Sabonetes na Cidade de Kansas. Cashmere Bouquet, o primeiro sabonete cosmético perfumado é registrado como marca registrada.
1873:
Colgate lança creme dental em pote.
1879:
Gerhard Mennen instala uma farmácia em Newark – Nova Jersey, que mais tarde tornou-se a Companhia Mennen.
1896:
Colgate lança creme dental em tubo.
1898:
O Sabonete Palmolive entra no mercado.  Hoje, a marca Palmolive com 54 variantes é vendida em mais de 88 países.
1902:
Começa a ser apresentado um  elegante comercial de Palmolive enfatizando a pureza de seus ingredientes e os benefícios do produto.
1906:
Colgate & Company celebra seu Centenário com uma linha de produtos com mais de 800 variáveis.
1908:
Colgate é incorporada por cinco filhos de Samuel Colgate.
1911:
Colgate começa projeto educacional de saúde bucal para crianças com a distribuição de amostras grátis de escovas e cremes dentais, proporcionando que higienistas demonstrem a correta maneira de escovação.
1914:
Colgate instala sua primeira Subsidiária Internacional no Canadá.
1920:
Colgate começa a instalar operações na Europa, Ásia, América Latina e África.
1926:
As fábricas de sabonete Palmolive e Peet se unem para formar a Companhia Palmolive-Peet.
1928:
Fusão da Colgate com Palmolive-Peet dando origem à Colgate-Palmolive-Peet Company.
1930:
Em 13 de Março, Colgate é a primeira listada na Bolsa de Valores em Nova Iorque.
1939:
Dr. Mark L. Morris desenvolve uma alimentação para cachorro com o intuito de ajudar a salvar um cão guia chamado Buddy de doença no fígado.  Este avanço leva à criação do primeiro produto de prescrição da Linha Hill’s para animais.
1947:
Lançamento do limpador Ajax, estabelecendo uma poderosa marca global em produtos de limpeza.
1953:
Colgate-Palmolive Company torna-se o nome oficial da empresa.
1956:
Colgate abre seu escritório matriz na 300 Park Avenue na Cidade de Nova Iorque.
1962:
Colgate instala Centro de Pesquisa em Piscataway – Nova Jersey. Amaciante de tecido é lançada na França como Soupline.  Hoje, os amaciantes de tecido são vendidos em mais de 54 países ao redor do mundo.
1966:
Lava-louça Palmolive é lançado e hoje é vendido em mais de 35 países.
1968:
O MFP Flúor é adicionado ao Creme Dental Colgate por ser clinicamente comprovado reduzir cáries.
1970:
Irish Spring é lançado na Alemanha como Irische Fruhling e na Europa como Nordic Spring.  Em 1972, Irish Spring é lançado na América do Norte.
1975:
Caprice para o cuidado dos cabelos é lançado no México.  Hoje, os produtos para o cuidado dos cabelos são vendidos em mais de 70 países, com variáveis que se ajustam a cada tipo de cabelo.
1976:
Aquisição da Hill’s Pet Nutrition pela Colgate-Palmolive.  Hoje a Hill’s é líder global em nutrição animal recomendada por veterinários.
1981
: Introdução no mercado da pasta COLGATE WINTERFRESH Gel.
1983:
É lançada a Escova Dental Colgate Plus.  Hoje mais de 1.6 bilhão de Escovas Colgate são vendidas anualmente em todo o mundo.  Se essas escovas fossem alinhadas em forma de círculo dariam a volta 16 vezes no globo terrestre.
1985:
É lançado o Sabonete em Barra Protex que hoje oferece proteção anti bacteriana para toda a família em mais de 56 países.
Colgate-Palmolive estabelece um joint venture com Hawley & Hazel, uma empresa de cuidados bucais líder em Hong Kong fortalecendo assim nossa empresa nos mercados Asiático.
1986:
É lançado o Programa de reconhecimento à inovação, e excelência  denominado The Chairman’s You Can Make a Difference.
1987:
Aquisição do negócio de Sabonete Líquido Softsoap da empresa Minnetonka Corporation.  Hoje, Colgate é líder global em Sabonete Líquido para as mãos.
1989:
Vendas anuais da Companhia ultrapassam a marca dos $ 5 bilhões de dólares.
1991:
Aquisição de Murphy Oil Soap, líder em limpadores de madeira nos Estados Unidos.  Hoje, o portfólio de seus produtos se ampliou com a inclusão de limpadores para limpeza geral e sprays.
1992:
Colgate adquire a Companhia Mennen.  Hoje, os produtos Mennen são vendidos em mais de 52 países.
1995:
Colgate começa a atuar na Europa Central e Rússia, se expandindo em mercados de rápido crescimento. Colgate adquire o negócio de Cuidados Bucais da Kolynos na América Latina e lança o Creme Dental líder de mercado – Sorriso.
1996:
O Programa de Saúde Bucal – Sorriso Saudável, Futuro Brilhante se expande atingindo 50 países com programas escolares e clínicas dentais móveis.
1997:
O Creme Dental Colgate Total é lançado e rapidamente torna-se líder de mercado nos Estados Unidos.  Somente Colgate Total com suas 12 horas de proteção, combate uma infinidade de problemas de saúde bucal.
2000:
Lançamento da COLGATE 2in1, gel dental que misturava os benefícios de uma pasta de dente aliado ao enxaguante bucal.
2002:
Lançamento da COLGATE SIMPLY WHITE, gel dental que clareava os dentes em apenas 14 dias de uso.
2003:
Lançamento da COLGATE SENSITIVE, um creme dental que combate a sensibilidade dentária com proteção comprovada e hálito fresco.
2004:
Colgate adquire o negócio de higiene bucal GABA na Europa, um forte canal farma na Europa e seu envolvimento com a comunidade dental.
2005:
Lançamento da pasta COLGATE MAXFRESH, único gel dental com cristais refrescantes que dissolvem completamente durante a escovação proporcionando uma nova dimensão de refrescância. Atualmente esta pasta está disponível em vários sabores, entre eles o Cool Mint (menta), Clean Mint (hortelã) e Cinnamint (canela).
Introdução da escova dental COLGATE 360°, que proporcionava uma limpeza total dos dentes e da boca, contendo um exclusivo limpador de língua e bochechas, além de cabo emborrachado.
2006:
Hoje, com vendas ultrapassando os $ 10 bilhões de dólares, a Colgate está voltada para quatro pilares de negócios:  Cuidados Bucais, Cuidados Pessoais, Cuidados com a Limpeza do Lar e Nutrição Animal.

Fonte: historyofbusiness.com.br/www.colgatepalmolive.com

História da Colgate

A história da Colgate-Palmolive remonta ao início do século 19, quando William Colgate, um sabão e vela maker, começou a vender suas mercadorias em Nova York sob o nome de William Colgate & Company.

Depois de sua morte, em 1857, a empresa era dirigida por seu filho, Samuel Colgate, com o novo nome Colgate & Company. Em 1890 Madison University em Hamilton, NY, foi rebatizado Universidade Colgate em reconhecimento do apoio financeiro de longa data da família Colgate. O nome corporativo atual foi adotada em 1953.

Colgate & Company vendeu o primeiro pasta de dente em um tubo, fita dental Creme de Colgate, em 1896. Em 1928 a empresa foi comprada pela Palmolive-Peet Company, cujo fundador, BJ Johnson, tinha desenvolvido a fórmula para Palmolive sabão em 1898. Na virada do século 20, Palmolive-que continha ambos palmeiras e oliveiras óleos era sabão mais vendido do mundo.

Em 1955 Colgate-Palmolive perdeu o seu número um no ranking do mercado de creme dental quando o fabricante de bens de consumo rival Procter & Gamble Co. começou a vender Crest, o primeiro creme dental com flúor. Colgate-Palmolive acrescentou MFP flúor (monofluorfosfato de sódio), um fortalecedor esmalte ea cavidade redutor, para sua pasta de dente em 1968. Colgate Total, uma linha de creme dental para se proteger de uma série de condições, incluindo gengivite, foi introduzida na Europa em 1992 e nos Estados Unidos em 1997.

Além de creme dental, Colgate-Palmolive produzido uma série de de cuidados pessoais e domésticos produtos de sucesso nos Estados Unidos e em outros países, incluindo Palmolive detergente líquido e sabão Irish bar da Primavera. Aquisição da empresa de uma variedade de empresas a partir de 1960 em diante lhe permitiu expandir tanto a sua quota de mercado e de suas linhas de produtos nos Estados Unidos, América Latina, Europa e Ásia Oriental. Em 1976 Colgate-Palmolive adquirido Pet Nutrition Hill, um líder mundial em produtos veterinários e pet-nutrição, e em 1987 comprou Softsoap sabonete líquido. A partir dos anos 1990 Colgate-Palmolive foi um grande produtor de produtos de limpeza para todos os fins, toalhetes, e sprays.

Depois de anos de críticas e boicotes por parte de grupos de direitos dos animais, Colgate-Palmolive estabeleceu uma moratória sobre testes em animais para os seus produtos para adultos de cuidados pessoais em 1999. As principais categorias de produtos permanecem cremes dentais e enxaguatórios bucais, escovas de dente, desodorantes, sabonetes em barra e sabonetes líquidos, prato sabões e detergentes lava-louças, produtos andar- e de limpeza de superfícies e de alimentos para animais de estimação.

A Colgate-Palmolive

Colgate-Palmolive é uma empresa que fabrica produtos para consumo em dois segmentos: Oral e Higiene pessoal e Nutrição Animal.

A empresa é líder em venda de pasta de dentes e escova de dentes. Produtos de higiene bucal incluem marcas como Colgate Total, Colgate Sensitive, Colgate Max Fresca, Colgate Opti Branco, Sorriso, Tandy (linha infantil) e cremes dentais como Colgate Luminous Branco, Colgate 360 e escovas como Colgate Plax, Optic Branco e Total nessa linha ainda temos os fios dentais e produtos profissionais para a saúde bucal.

A empresa também tem marcas fortes de sabonetes líquidos como Palmolive, Protex e Softsoap. Sabonetes em barra Speed Stick e Lady Speed Stick.

Desodorantes e antitranspirantes Sanex. Shampoo e condicionadores Palmolive.

Produtos para limpeza a empresa comercializa Palmolive e Ajax. Desinfetantes com a marca Pinho Sol e alvejantes de roupas com a marca Ola.

No segmento de nutrição animal a empresa tem a marca Hills ela não é comercializada aqui no brasil mas tem forte presença no mercado americano fabricando rações para cachorros e gatos.

Fonte: www.britannica.com

História da Colgate

William Colgate (1783-1857)

História da Colgate
William Colgate

O leitor provavelmente tem em sua casa ou, pelo menos, já ouviu falar do creme dental Colgate.

O dentifrício é apenas um dos produtos das indústria, hoje denominada Colgate-Palmolive, cuja história remonta a 1806, nos Estados Unidos.

William Colgate (1783-1857), filho de uma família de imigrantes ingleses, residentes no interior dos EUA, era ainda muito jovem quando foi tentar a vida em Nova Iorque. Criado em um lar protestante, já conhecia as Escrituras, mas foi longe de casa que as palavras de Jacó, registradas no texto de Gênesis 28:20-22, calaram fundo em seu coração. Decidido a colocar Deus em primeiro lugar em sua vida, fez um voto semelhante ao do patriarca bíblico e prometeu que daria ao Senhor o dízimo de cada dólar que conseguisse ganhar, quando começou a trabalhar em uma pequena manufatura de sabão.

Dois anos depois, William Colgate decidiu começar um negócio próprio, fabricando velas e sabões. À época, esses produtos eram tradicionalmente feitos em casa, para consumo próprio, mas o jovem estava determinado a apostar nesse mercado, ainda que incipiente, e foi em frente. Apostando na qualidade de suas mercadorias e nos preços acessíveis aos consumidores em geral, em poucos anos já estava produzindo além de sabões, outros artigos para higiene pessoal.

Sempre fiel nos dízimos, com o crescimento da empresa, mandou que seu contador abrisse o que chamou de “conta do Senhor”, para onde deveriam ser destinados rigorosamente 10% de todo o faturamento da empresa. Conforme os negócios prosperavam, ele passou a creditar naquela “conta” 20% do faturamento, depois 30%, 40%, e, por fim, 50% dos lucros de sua empresa eram dedicados ao Senhor e à Sua Obra.

Instituições evangélicas – principalmente agências missionárias, além de universidades e seminários teológicos norte-americanos – foram grandemente beneficiadas pelo diácono William Colgate, como era conhecido. A prosperidade jamais abandonou, e ele era conhecido como um dos homens mais ricos de Nova Iorque no século 19.

Depois de sua morte, seus filhos, também cristãos fiéis, continuaram a ofertar liberalmente para a obra. Hoje, 200 anos depois, o empreendimento iniciado por ele, embora já não siga os mesmos princípios, continua a existir, e seu exemplo de vida tornou-se uma fonte inspiradora para cristãos de todo o mundo.

Fonte: titoreccocom.com

História da Colgate

William Colgate (1783 – 1857)

William Colgate (25 de janeiro de 1783 — 25 de março de 1857) foi um inglês-estadunidense que fundou em 1806 uma fábrica de pasta dental que posteriormente tornaria-se a Colgate.

Magnata estadunidense nascido em Kent, Inglaterra, fundador de uma pequena empresa novaiorquina (1806) que viria se tornar a gigante Colgate-Palmolive.

Inicialmente instalado na Dutch Street, em New York Cty, dedicou-se à venda de goma, velas e sabões de produção caseira e, no ano seguinte, associou-se com Francis Smith, fundando a Smith & Colgate.

Depois (1913) comprou a parte de Smith e associou-se ao irmão, Bowles Colgate, alterando o nome da empresa para William Colgate & Co.

Revelando, desde sempre, uma forte orientação para a comunicação, sua arrancada para o sucesso deu-se inicialmente a partir de uma arrojada e inovadora campanha de divulgação (1817), anunciando os seus produtos em jornais e colando cartazes pelas ruas da cidade.

Tornou-se conhecido como o magnata do sabão e fundou o Colgate College, Hamilton, NY, hoje uma importante universidade norte-americana.

Faleceu em New York e seu corpo foi enterrado no Green-Wood Cemetery, Brooklyn, New York, USA.

Após a morte do seu fundador a companhia passou a ser chamada de Colgate & Company (1857).

Após seis anos de pesquisa com perfumes e essências, lanpreferência de muitos consumidores norte-americanos çou no mercado (1872) o seu primeiro sabonete perfumado, o Cashmere Bouquet, que se manteve na durante cerca de 120 anos.

As inovações foram surgindo e, no ano seguinte, foi lançado o produto que viria revolucionar a imagem da empresa: o creme dentifrício Colgate.

Inicialmente comercializado em latas, depois (1896) passou a ser embalado em tubos de formato muito semelhantes aos atuais.

Anos depois (1928), associou-se à Palmolive-Peet Company, que se dedicava ao fabrico de sabonetes, constituindo assim a Colgate Palmolive-Peet Company.

Aproveitando a notoriedade dos seus produtos, nomeadamente a pasta dentífrica Colgate e o sabonete Palmolive, a nova companhia alargou as suas vendas e mesmo durante a II Guerra Mundial, manteve-se na vanguarda das inovações.

No final da guerra (1945) lançou um novo produto, na categoria de limpeza caseira, o Ajax, passando, assim, a atuar em três mercados diferentes: a higiene oral, pessoal e limpeza caseira.

Na década seguinte (1953) a empresa adotou a sua atual denominação social: Colgate-Palmolive.

Fonte: www.dec.ufcg.edu.br

Relatório de Estágio na Empresa Cofina Identidade da Revista Vogue Portugal

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1 UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR Ciências Sociais e Humanas Universidade da Beira Interior IADE-Instituto de Artes Design e Empresa Faculdade de Engenharia Departamento Ciência e Tecnologia Têxteis Relatório de Estágio na Empresa Cofina Identidade da Revista Vogue Portugal Diana Maria Rodrigues da Conceição Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Branding e Design de Moda (2º ciclo de estudos) Orientador: Profª Doutora Theresa Lobo Covilhã e Lisboa, Outubro de 2012

2 ii Folha em branco

3 Dedicatória Dedico todo este trabalho a minha família, principalmente ao meu pai por todo o esforço que teve para me dar esta oportunidade em tirar este mestrado, a minha mãe, aos meus irmãos por me apoiarem incondicionalmente. Aos meus amigos que me ajudaram imenso em todo este processo. Ao Nuno por toda a dedicação e incentivo que me deu para conseguir terminar o mestrado. iii

4 iv Folha em branco

5 Agradecimentos Quero agradecer em primeiro lugar a minha família, ao meu pai por me teres dado oportunidade de continuar os meus estudos e teres feito um grande esforço em todos os sentidos, a minha mãe e irmãos por ser incansáveis no apoio e dedicação ao longo de todo meu percurso académico. Ao Nuno que sempre me incentivou e que me ajudou imenso para conseguir terminar esta etapa na minha vida. A Profª Doutora Theresa Lobo, pela ajuda em todo este processo e por estar sempre disposta em ajudar em tudo o que precisasse. A empresa Cofina, mais precisamente a Vogue, por me terem acolhido e por me terem dado a grande oportunidade de trabalhar numa grande instituição de moda, especialmente a Ana Campos por todas as portas que me abriu e que continua a abrir por tudo o que me ensinou, ao Paulo Macedo pela experiência que me proporcionou e aprendizagem contínua, A Ana Caracol por me ter sempre apoiado em tudo e todo o ensino e dedicação que teve comigo e a Marta Brito por toda a sua ajuda ao longo de todo o meu estágio. E claro a toda a equipa da Vogue, um muito obrigada. v

6 vi Folha em branco

7 Resumo O presente relatório pretende relatar toda a experiência profissional da aluna Diana Conceição, num estágio que decorreu na empresa Cofina, precisamente na revista Vogue, no período de 4 meses, entre Dezembro, 2011 e Abril Deste modo apresenta todo o percurso da aluna na empresa, introduzindo os objetivos definidos pela mesma, o seu tutor, a entidade de acolhimento e a sua constituição, bem como os métodos e técnicas utilizadas durante a realização dos projetos e respetivas conclusões do estágio. Através dos conteúdos descritos, pretende-se demonstrar como foram atingidos os objetivos inicialmente propostos, de modo a cumprir os requisitos para a obtenção do Grau de Mestre em Branding e Design de Moda. [2 linhas de intervalo] Palavras-chave Estágio, Vogue, Revista, Branding, Agências de comunicação, Cofina. vii

8 viii Folha em branco

9 Abstract This report aims to describe the internship experience of the Student Diana Conceição, at the company Cofina precisely Vogue magazine, within 4 months, from December, 2011 to April Report describes the entire internship main goal, the company and the projects that the student was involved. As well as the methods and methodologies that was used in the design projects. At the same time the present a consideration about her academic and professional experience and present three projects in which the student was involved during the internship. Through the described content is intended to demonstrate how the objectives were achieved as initially proposed in order to meet all the requirements for obtaining the Degree of Master of Branding and Fashion Design. Keywords Internship, Vogue, Magazine, Branding, Communication Agency, Cofina ix

10 x Folha em branco

11 Índice 1 Introdução A escolha do estágio Vogue Estrutura do relatório 2 O estágio 2.1 Âmbito 2.2 O local 2.3 Duração 2.4 Tutor 2.5 Orientação científica 2.6 Plano de estágio e principais objectivos 2.7 Departamento de moda-equipa onde foi integrada 3 A empresa-cofina 3.1 Visão e missão 3.2 Portfólio 3.3 Equipa de gestão da empresa 4 Vogue 4.1 A história da revista Vogue 4.2 Revista Vogue Portugal 4.3 Equipa Vogue Portugal 4.4 Público-alvo 4.5 Concorrentes da revista Vogue 4.6 Estudo do consumidor Projectos 5.1Shooting 5.2 Editoriais de moda 5.3 Relatório de marcas 5.4 Agências de comunicação Considerações finais 7 Conclusão 8 Bibliografia 9 Anexos xi

12 xii Folha em branco

13 Lista de Figuras Figura 1- Estrutura orgânica Cofina Figura 2 - Capa da edição 1892 Figura 3 - Capa da edição de maio de 1917, Ilustração George Lepape Figura 4 Capa da edição de novembro de 1920 Figura 5 - Capa da edição 1932, ilustração Carl Ericson Figura 6 - Capa da edição (Inglesa), janeiro 1936, ilustração Chirico Figura 7 - Capa da edição abril 1944, ilustração Salvador Dali Figura 8 Capa nº1 Vogue Portugal, novembro 2002 Figura 9 - Gráfico: Circulação Total média por edição Figura 10 - Preparação de todo o material para a produção de moda Figura 11 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera Figura 12 - Editorial de moda Vogue nº112 - Otimismo de Primavera Figura 13 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera Figura 14 - Editorial de moda Vogue nº112 - Otimismo de Primavera Figura 15 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera Figura 16 - Artigo sobre a vida de Carminho - Vogue Portugal nº 112 Figura 17 - Classe económica Brisa de Verão Vogue Portugal nº114 Figura 18 - Editorial de moda Cores & texturas Vogue Portugal nº 112 Figura 19 Editorial de moda Quarto com vista sobre Veneza Vogue nº 112 Figura 20 Capa nº 112 e capa nº 113 Vogue Portugal Figura 21 Capa nº 114 e capa nº 115 Vogue Portugal Figura 22 Capa nº 116 e capa nº 117 Vogue Portugal Figura 23 - Cartaz do Vogue Fashion Night Out em 2011 Figura 24 - Cartaz para o Fashion Awards Portugal 2011 Figura 25 - Logo da agência de comunicação Pressclub Figura 26 - Logo da agência de comunicação Globalpress Figura 27 - Logo da agência de comunicação Companhia das Soluções Figura 28 - Logo da agência de comunicação XN brand dynamic Figura 29 - Evento para lançamento da revista Vogue Portugal Figura 30 - Logo da agência de comunicação Triângulo das Bermudas Figura 31 - Anuncio da Optimos Figura 32 - Anuncio da Galp Figura 33 - Logo da agência de comunicação Birdsong Figura 34 - Logo da agência de comunicação GCI Figura 35 - Logo da revista Vogue Portugal xiii

14 xiv Folha em branco

15 Lista de Acrónimos GRP UBI Gabinete de Relações Públicas Universidade da Beira Interior xv

16 xvi Folha em branco

17 1 Introdução O objetivo do presente relatório de estágio é demonstrar, de modo claro o desenvolvimento das várias atividades e a experiência de integração profissional de Diana Conceição aluna de Mestrado em Branding e Design de Moda no IADE/UBI, opção de estágio na empresa Cofina, revista Vogue Portugal. Este tem como intuito de apresentar o trabalho desenvolvido durante o estágio e toda a sua aprendizagem, de modo a evidenciar os elementos necessários à obtenção do grau Mestre a que se coloca. 1.1 A escolha do estágio A escolha foi na empresa Cofina nomeadamente numa das suas conceituada revistas a Vogue Portugal. Esta escolha deve se, porque a aluna sempre teve uma enorme motivação em conhecer o desenvolvimento de uma revista, sendo a Vogue uma forte marca no mercado e em termos de conteúdo Moda. Aliou o gosto pelas revistas e pela curiosidade de como trabalhar várias marcas numa revista. 1.2 Estrutura do relatório Explicitadas as razões desta opção e enumeradas as justificações do estágio, apresenta-se agora a sistematização estrutural do presente relatório. Assim, a estrutura deste relatório compreende três partes, precedidas de uma breve introdução e seguidas de uma reflexão conclusiva. 2 O estágio 2.1 Âmbito A opção por estágio invés de dissertação ou por um projeto, teve como princípio aplicar toda aprendizagem adquirida na sua licenciatura e mestrado, assim como ter a oportunidade do aluno começar a iniciar-se no mundo do trabalho e na integração da mesma. A urgência de começar a ser integrada numa entidade colocou a aluna face a várias opções do futuro e da importância de cada uma delas e pensar no balanço e importância que lhe iria trazer, com isto a aluna tomou a liberdade de escolher o que para ela lhe faria mais sentido em termos profissionais e académicos. 1

18 2.2 O local O Grupo Cofina encontra-se em lisboa, esteve localizada na João Crisótomo e em Dezembro de 2011, mudou as suas instalações para a zona de Benfica, onde a aluna continuou o seu estágio. 2.3 Duração O IADE e UBI, tinha como princípios que um aluno para ficar com o mínimo de preparação teria de ser realizado pelo menos 4 meses no mínimo de estágio. Quando foi proposto à empresa os 4 meses de estágio, teve de ser acordado de que seria uma exceção, pois a empresa por norma apenas aceita os alunos em estágio na duração de 3 meses. Assim o estágio teve duração de 4 meses de 1 de dezembro de 2011 a 1 de abril de Tutor É imprescindível a escolha de um tutor para acompanhar todo o desenvolvimento da aluna na entidade de acolhimento, de forma a garantir que os objetivos sejam realizados. Neste caso o Tutor nomeado foi Ana Campos, Editora de Moda da revista. A sua ação contribui gradualmente para o crescimento profissional da aluna, a aprendizagem ao longo do seu estágio foi acompanhado pela mesma de modo a integrar a aluna na equipa e no trabalho a desenvolver em todo o percurso do seu estágio. Ana Campos é licenciada em Design de Moda na FAUTL Orientação científica Para que a aluna conseguisse um trabalho conciso e seguisse o plano de estágio proposto e de forma a assegurar todos os objetivos académicos do mestrado em Branding e Design de Moda, foi lhe proposto a escolha de um orientador neste caso de estágio, de forma que o acompanhasse na escolha do estágio, assim como em todo o processo do seu trabalho letivo. A orientadora escolhida pela aluna foi a Professora Doutora Theresa Lobo, professora no IADE e UBI. 1 Abreviação de: Faculdade de Arquitectura na Universidade técnica de Lisboa. Disponível em 2

19 2.6 Plano de estágio e principais objectivos Os principais objetivos, seriam perceber como é todo o processo de a realização de uma edição de revista. É importante entender que uma revista tem de estar sempre à frente do pensamento do leitor e que o seu principal objetivo é informar da melhor forma sobre diversos assuntos culturais e neste caso sobretudo de moda, sendo esta uma revista de moda para mulheres. Assim para que a revista consiga superar a espectativa do leitor, tem de existir um processo intensivo de pesquisa, em que todos os assuntos serão discutidos em reuniões para que toda a revista tenha um tema e que esta tenha uma coerência de leitura. No caso de moda, todos os meses serão apresentados temas de tendências em que duas vezes por ano, geralmente em setembro são colocadas as principais tendências de inverno e em março ou abril as tendências de verão. O aluno teria como objetivos, antes de mais demonstrar o seu conhecimento universitário, mas também um desenvolvimento de aprendizagem profissional que viria a ser evidenciado ao longo dos seus 4 meses de estágio. - Apoiar na gestão e na preparação de cada editorial a que fosse proposto; - Evoluir em termos de construção técnica em diversas temáticas lançadas; - Desenvolver autonomia na resolução de alguns assuntos que pudessem surgir, em torno de todo o departamento de moda da revista; - Garantir um bom nível de relação com as agências de comunicação pelo qual a aluna se relacionava para conseguir finalizar partes do seu trabalho. 2.7 Departamento de moda: equipa onde foi integrada De todos os departamentos existentes na revista, a aluna foi integrada no departamento de moda, onde de momento é composta por quatro elementos. Existe ainda o departamento dos jornalistas que escrevem os vários artigos da revista, o departamento de beleza que está vocacionado para assuntos da mesma, o site da revista que também contribui gradualmente para o crescimento do nome Vogue em Portugal, o departamento de arte, que assegura o grafismo e a composição de todas as páginas da revista, o departamento de publicidade que dirige todos os anunciantes de cada edição, sem nomear a administração da mesma que também têm um papel importante para o prosseguimento da revista. Seguidamente a estes departamentos existe também a gráfica onde é impressa todas as revistas do grupo. 3

20 3 A Empresa Cofina A empresa que acolheu a aluna para o seu estágio, Cofina na revista Vogue onde pode aliar a sua formação académica e os seus objetivos futuros em termos de carreira profissional. Uma vez que esta entidade está ligada ao mestrado em Branding e Design de Moda. A aluna começa por caracterizar o grupo Cofina, pois o facto de a revista estar integrada neste grupo também contribui para todo o desempenho e nome que tende a crescer cada vez mais. 3.1 Visão e Missão A Cofina criada em 1995, é uma empresa que se insere no mundo da comunicação, dos media, que ao longo do seu crescimento foi alargando o seu portfolio tanto por via orgânica, quer por via de aquisição. Neste momento a empresa detém 5 jornais e 8 revistas, onde abrange todos os segmentos do nosso mercado, e prepara-se para lançar mais um passo, a televisão. 3.2 Portfólio O grupo Cofina é de momento uma das principais empresas de media portuguesa, possui 5 jornais e 8 revistas. Em termos de jornais possui como portfólio o Destak, jornal gratuito, o Correio da Manhã, jornal generalista diário, noticiando o dia-a-dia, o Metro também este jornal diário gratuito, sendo um dos maiores jornais do mundo, o Record, o jornal que relata notícias diárias sobre o desporto, focalizando-se essencialmente no futebol, o Jornal de negócios, onde se pode encontrar toda a informação sobre os negócios e a economia, vende cerca de 8mil exemplares por dia 2. Seguindo para as revistas, a empresa detém também como portfólio, a Sábado revista semanal onde destaca diferentes temáticas de informação nacionais e internacionais, a TV Guia esta inicialmente era vocacionada para assuntos de televisão de momento abrange temas mais generalistas atuais e com informação dirigindo-se ao seu público-alvo, a Flash uma revista semanal que se dedica a temas de sociedade. Seguidamente, a Máxima que foi lançada em Outubro de 1988, dirige-se ao público feminino dando a conhecer temas como a Moda, beleza e conteúdos da atualidade sempre de encontro a temas de interesse feminino. A Vogue, a revista com melhores referências em relação a moda, onde se pode encontrar todas as tendências, dos mais privilegiados. Temos ainda dirigido para um público masculino a revista GQ, com temas de moda, saúde, desporto, mulheres, economia, política entre outros temas da atualidade. A Automotor, revista também mensal dirigida para automobilistas e publico com um gosto especial por carros, motas entre 2 toda a informação sobre os negócios e a economia, vende cerca de 8mil exemplares por dia. Disponível em Acedido em Setembro de

21 outros. E por fim a Semana informática, conteúdos sobre a informática e novas tecnologias de informática e comunicações. Tendo em conta que a empresa no seu vasto portfólio de revistas e jornais, consegue abranger um vasto segmento de mercado. Figura 1 - Estrutura Orgânica Cofina (in 3.3 Equipa de gestão da Empresa O Conselho Administrativo da Cofina, SGPS é composto por seis elementos: Presidente: Paulo Jorge dos Santos Fernandes, foi um dos fundadores da empresa é licenciado em Engenharia Electrónica pela Universidade do Porto, também concluiu um MBA na Universidade de Lisboa. CFO: João Manuel Matos Borges de Oliveira, também foi um dos fundadores da Cofina, é licenciado em Engenharia Química pela Universidade do Porto, frequentou uma pós graduação na Universidade Católica de Lisboa e concluindo o MBA do Insead. 5

22 Pedro Macedo Pinto de Mendonça, frequentou a Faculdade de Medicina do Porto durante dois anos, licenciou-se em Mecânica pela Ecole Superiore de L Etat em Bruxelas. Domingos José Vieira de Matos, é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto, detendo também no seu currículo atividades de gestão em Ana Rebelo de Carvalho Meneres de Mendonça Mariz Fernandes, é licenciada em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade Católica Portuguesa de Lisboa. Pedro Miguel Matos Borges de Oliveira, é licenciado em Gestão Financeira pelo ISAG, detendo também um MBA executivo da E.G.E/ESADE. A sub-holding Cofina Media, também detém de uma vasta equipa, que é constituída por: CEO: Paulo Fernandes; João Borges de Oliveira; Pedro Mendonça; Laurentina Martins; Luis Santana. Como é verificado a empresa Cofina é composta por uma equipa multidisciplinar o que leva também a este Grupo ter o nível que tem e que continua a levar. Elementos graduados e com uma vasta experiência é o lema desta empresa, assim se consegue um trabalho de qualidade e progredir ao longo de todo o crescimento da mesma. 4 Vogue Primeiro a aluna irá descrever um breve resumo sobre a revista Vogue e o seu aparecimento e por quem foi criada, pois sendo que esta revista não foi fundada em Portugal, a sua história é fundamental para a identidade desta Vogue em Portugal. Todo o seu DNA, todo o seu caminho faz parte também da história da entidade em questão. Ao longo desta secção será relatado o aparecimento da Vogue, quem a criou e alguns momentos do seu percurso. 4.1 A história da revista Vogue A revista Vogue foi lançada em 1892 na cidade de Nova Iorque, idealizada por Arthur Baldwin Turnure e Harry McVickar, como um pequeno folhetim de moda, com aproximadamente 30 páginas, destinado às mulheres da alta sociedade nova-iorquina no final do século XIX. Nesta época poucos anteveriam tão grande sucesso e um percurso tão longo a uma publicação semanal, que tinha como tema a moda, a vida mundana e o design 3. 3 Lobo, Theresa, (2010) Ilustração em Portugal I, Edições IADE, p

23 A popularização da moda aconteceu com o seu lançamento, sendo os seus primeiros números dirigidos a personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, que apresentava as suas próprias roupas. O primeiro editor-chefe da revista foi Josephine Redding, que se manteve no cargo até Devido ao aumento dos conteúdos, a revista tornou-se numa publicação quinzenal em A história da Vogue mudou a sua imagem e conteúdos a partir de 1909, quando foi adquirida pelo grupo Condé Nast Publications, que de um modo visionário, tornou a revista num império editorial internacional. A primeira edição sob o comando do novo proprietário da Vogue, Condé Nast foi lançada no dia 24 de junho, e mostrava, entre outros temas, os vestidos usados pelas mulheres mais ricas dos Estados Unidos. A publicação, além de se tornar mensal, teve o seu conteúdo reformulado para torná-la mais atraente, e transformou a moda num objeto de desejo e sonho de consumo para as mulheres. Condé Nast transformou a publicação, até então num pequeno semanário, numa das revistas de moda mais influentes do século XX e para isso contratou os melhores directores artísticos, entre eles Mehemed Agha e Alexander Liberman, os célebres editores de moda Carmel Snow e Edna Woolman e alguns dos mais notáveis ilustradores de moda, como Paul Iribe e Lepape. A edição britânica da revista foi lançada em 15 de setembro de 1916, sendo a primeira fora dos Estados Unidos. Pouco depois, foram editadas as edições francesas no dia 15 de junho de 1920, uma das mais importantes pelo sucesso internacional. Nos anos 60, já sob o comando da editora-chefe Diana Vreeland, a revista começou a ter uma imagem mais jovem, focada na revolução sexual da época, abordando mais moda contemporânea, além de editorias que discutiam a sexualidade. Na década seguinte, sob a direcção de Grace Mirabella, que assumiu o cargo de editora-chefe em 1971, a revista passou a apostar em editorias mais extensos e elaborados, adotando um estilo diferente para atender as mudanças do seu público-alvo. Foi nesta década, em 1975, que a Vogue lançou a sua edição brasileira. A revista começaria a ganhar status de Bíblia da Moda, a partir de 1988, quando Anna Wintour assumiu o cargo de editora-chefe, e transformou radicalmente a publicação. Sob o seu comando, vários estilistas, até então desconhecidos, e modelos novos, que se tornaram celebridades quase que de um dia para outro. Ela também foi responsável pelo lançamento de vários novos produtos segmentados, como a versão online, que foi ao ar pela primeira vez em 1996; a inovadora Teen Vogue, uma revista dedicada a jovens, que tinha como destaque a moda e celebridades, mas também oferecendo informação sobre diversão e atualidades, em fevereiro de 2005; a Men s Vogue nos EUA, voltada para o público masculino (que foi extinta em 2009 devido a baixa tiragem), em 2006 foi lançada a Vogue Living destinada a design e decoração de casas (hoje editada esporadicamente na forma de suplemento especial). Além 7

24 disso existem outros suplementos especiais como Vogue Passarelas, Vogue Noiva e Vogue Jóais que também são lanças de forma esporádica. Atualmente, existem dezenove diferentes edições da Vogue no mundo; Alemanha, Austrália, China, Espanha, França, Itália, Rússia, Japão, Grécia, Coreia do Sul, México, Reino Unido, Taiwan, Brasil, Estados Unidos, Portugal, Índia, Turquia, Holanda, Ucrânia e Tailândia além de ser vendida em mais de 90 outros países. A publicação americana tem uma circulação mensal mundial estimada em 3 milhões de exemplares. Em setembro de 2012 foi lançada a edição com o maior número de páginas da história da revista com 916 páginas com a cantora Lady Gaga na capa. Donyale Luna tornou-se a primeira modelo afro-americana a aparecer na capa da Vogue, na edição inglesa de março de A primeira modelo afro-americana a aparecer na capa da Vogue americana foi Beverly Johnson, em Capas da Vogue Ilustradas Figura 2 - Capa da edição

25 Figura 3 - Capa da edição de maio de 1917, Ilustração George Lepape Figura 4 Capa da edição de novembro de

26 Figura 5 - Capa da edição 1932, ilustração Carl Ericson Figura 6 - Capa da edição (Inglesa), janeiro 1936, ilustração Chirico 10

27 Figura 7 - Capa da edição abril 1944, ilustração Salvador Dali Atualmente existem dezanove diferentes edições da Vogue espalhadas pelo mundo inteiro. A Condé Nast publications mudou um pouco o rumo desta revista, tornando a revista mais apetecível aos olhos do consumidor. Editoriais com modelos lindíssimas e vestidos luxuosos, os próprios artigos mudaram tornando-a muito mais atraente e interessante, foi a partir desse momento que a história da Vogue mudou até aos tempos de hoje. Esta revista é responsável pelo império de muitos Designers e celebridades. Um evento que tem marcado também a evolução desta revista, criado em 2009, é o FNO (Fashion s Night Out), foi criado numa tentativa de revitalizar a indústria da moda. Em Nova York, o dinheiro que é angariado, revela para instituições de caridade. Este evento tem sido um sucesso por onde passa, e Portugal não é exceção, este ano foi o segundo ano que a Vogue Portugal apostou neste evento e foi mais uma vez um sucesso, as pessoas que se juntam nas ruas emblemáticas de Lisboa como Na Baixa-Chiado, Príncipe Real, na Avenida da Liberdade é impressionante, é em eventos como estes que mesmo numa crise económica pelo qual o país atravessa, que é apercebido que a moda move imenso. Num momento irregular do país não era esperado que tanta gente saísse a rua e viesse fazer compras nas lojas associadas. Assim como em Portugal o balanço do evento é cada vez mais positivo, as pessoas aderem e a acontecimentos como estes anuais. 11

28 Figura 8 Capa nº1 Vogue Portugal, novembro Revista Vogue Portugal Vogue Portugal, local onde a aluna estagiou e pode aliar a sua formação académica ao mundo profissional. Atualmente esta revista pertence ao grupo Cofina anteriormente referenciada, desde de 2002 momento em que esta foi lançada em Portugal, onde a Diretora é Paula Mateus cargo que mantem ainda atualmente. Situa-se em Lisboa, para onde mudou as suas instalações recentemente para a zona de Benfica juntamente com todas as outras revistas e jornais do grupo. A Vogue Portugal conta já com 10 anos de existência e com ela leva um grande percurso e uma grande história profissional, expandir e ir ao encontro do público-alvo, satisfazendo as suas maiores necessidades é a preocupação primordial desta revista. Continuar a informar o público com o melhor de tendências, moda, beleza, lifestyle, e outros assuntos dentro deste universo. 12

29 Face ao mercado existente, sendo a mulher portuguesa o público que a esta identidade pretende atingir, e responder a todas a necessidades que propõe é necessário o enquadramento e conseguir a qualidade que uma Vogue tem comparando com a Vogue América, ou Francesa é preciso criar um balanço que nem sempre é fácil responder da mesma forma. O trabalho e a dedicação foram e sempre serão palavras que esta entidade requer. Ao longo de todo o estágio a aluna logo de início teve que demonstrar que conseguia responder as necessidades que a revista lhe proponha, não existe muito tempo para explicar como se fazem as coisas, é preciso ser rápido e entender o que é mais importante a seguir. A empresa de modo a integrar a aluna e na ajuda do começo do seu trabalho, é lhe criado um com o seu nome e o da revista o que neste caso era: de facto a importância de um era crucial para começar a iniciar a sua rotina de trabalho na empresa, pois era necessário comunicar com Press Offices nacionais e internacionais, e a ajuda de um com o nome da revista e da empresa, tornava o seu trabalho muito mais credível porque estas agências recebem a toda a hora s sistematicamente. A aluna quando iniciou o seu estágio, dois dias após a sua entrada começa a realizar o trabalho de editorias de moda, todo o processo requer um grande trabalho por parte da equipa do departamento de moda, sendo que a revista é composta por poucos elementos é preciso dividir tarefas e cumprir com os prazos propostos. A tarefa de um estágio nesta revista é tão importante como qualquer outro elemento da equipa, e cada um dela padece de um trabalho e se falta qualquer parte seja ele qual for, a revista não avança para fecho. O processo da criação de uma revista mensal é muito mais do que apenas ideias pensadas e a recolha de algumas imagens. São recolhas daquela ideia e daquelas imagens, são pensamentos específicos e tudo tem de ser refletido à posteriori, quando uma informação chega a redação para ser colocada para a revista de natal, não poderá chegar em dezembro, pois nesse mês já se está a realizar a revista de janeiro, toda essa informação é pensada sempre um mês ou dois antes da realização da mesma. Cada edição tem a sua temática e incondicionalmente tudo o que se passa no mundo é influente para a revista, o mercado interessa-se por coisas novas, tem vontade de saber o que se vai passar no presente e no futuro, cada vez mais o público-alvo precisa de absorver mais informação e de qualidade, neste caso a revista Vogue é uma revista de moda, contrariamente a publicação também do grupo que é a Máxima que é uma revista feminina com moda, são target diferentes e a aposta é conseguir chegar ao público com a maior qualidade de imagem e de artigos. A comparação entre a Vogue e a Máxima surge para demonstrar a importância de saber distinguir dois mercados diferentes e conseguir chegar com um produto pelo qual o mercado espera. Nunca se poderia caracterizar, realizar ou modificar uma revista que tem um target já muito especifico como o da Vogue. Por isso é necessário estar atento e isso também é conseguido com a ajuda de agências de comunicação que serão relatadas posteriormente. Uma revista é um local de informação mas também de partilha de ideias, onde uma equipa com vários elementos que se unem todos os meses para definir uma revista. 13

30 4.3 Equipa Vogue Portugal Tem uma vasta equipa, dividida em vários departamentos. Paula Mateus, Diretora da Revista, Patrícia Barnabé, Chefe de Redação, Paulo Macedo o Diretor de Moda (do departamento onde a aluna foi integrada), Ana Campos como Editora de Moda, Ana Caracol e Marta Brito elementos deste departamento de moda. Como jornalistas da revista, Rosário Mello e Castro e Patrícia Domingues, Ana Baleizão (Beleza). Editora de Beleza Susana Chaves. Na arte, João Oliveira (coordenador), Ana Cabral, Maria Papoula e Sofia pires (pesquisadora de imagem). Anteriormente foi destacado a formação de cada administrador da empresa Cofina, dentro da revista e no departamento onde a aluna foi integrada, os elementos têm as seguintes formações: Diretora: Paula Mateus Diretor de moda: Paulo Macedo, Curso técnico e profissional, pela escola Escola Artística e profissional ÁRVORE, no Porto. Editora de moda: Ana Campos, Licenciada em Design de Moda, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Departamento de moda: Ana Caracol, Licenciada em Design de Moda, pela Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa. Departamento de moda / assistente de moda: Marta Brito, Especialização em Design de Moda na Escola, Lisbon School of Design. Os restantes elementos da revista, são todos licenciados em jornalismo e comunicação social. Para além do percurso académico que cada um destes elementos apresenta, levam com eles um curriculum bastante recheado com uma vasta história de experiência profissional. 4.4 Público-alvo Esta revista sendo ela uma marca tem como objetivo atingir um nicho de mercado, mas que ao longo do seu crescimento pode aumentar ao diminuir, consoante a mudança de mentalidades e por vezes também de situações do macro ambiente do país onde se encontra. É necessário avaliar todos estes contextos. A Vogue Portugal também o fez ao longo do seu crescimento. De início a revista era dirigida para um nicho um pouco restrito entre os 25 e os 45, e actualmente atinge a faixa etária dos 18 e os 45 anos. Pegando na referência macro ambiente, atravessando o país uma crise económica, a revista coloca-se com a necessidade de despertar o interesse no público. Os suplementos de moda 14

31 (capitulo anexos img. 6) que é completamente gratuito é um método para cativar o interesse de forma a oferecer mais informação temática, surgindo em várias épocas do ano. Esses suplementos de moda são um reforço existente em vários meses do ano, cada um dedicado a um tema específico, em março e setembro sobre moda, em maio sobre beleza, e em dezembro sobre o natal. Existem ainda os cadernos especiais que se encontram dentro da revista, que são os Acessórios de Moda em abril e em outubro, sobre joias em junho, Made In Portugal em Julho, Gourmet em agosto, FNO Fashion Night Out em setembro, crianças em outubro e por fim o Aniversário em novembro. Estes suplementos também são reflexo do público-alvo que esta entidade pretende atingir. Contrariamente ao que a aluna pensava e que muitos devem ter como ideia que a Vogue Portugal, não é a única Vogue que juntamente com a sua publicação coloca o chamado brinde. Este poderá ser adquirido com um valor extra. De facto a única Vogue que não compadece de brinde em qualquer uma das suas edições é a Vogue Inglesa. Esta pequena curiosidade surgiu pelo facto da aluna se aperceber que ao passar por alguns quiosques as pessoas adquiriam o brinde e por vezes não manifestavam qualquer interesse ao ler a revista, daí a dúvida ter sido colocada e a aluna acrescentar esta curiosidade ao relatório. Esta estratégia é bastante apelativa para o mercado actual. A ideia de poder adquirir uma revista juntamente com um objeto de baixo custo é uma forma de marketing bem estruturada e concisa. O site da Vogue também veio colaborar para o crescimento do nome desta em Portugal, dar a conhecer noticias diariamente sobre os temas de moda e cultura, veio preencher novamente outra percentagem no mercado. A evolução do site é notório, lançado em maio de 2011 tem tido uma audiência gradual (capitulo anexo img. 7). Tem como editora Sara Andrade e com ela trabalham mais três elementos que acreditam no potencial do site e que ajudam no crescimento da mesma. Atualiza noticia a toda a hora do dia, dando a conhecer em primeira mão eventos como a Moda Lisboa, Portugal Fashion, entre outros. Colocam vídeos, making-of dos editoriais realizados pela produção de moda, na esperança de chegar mais perto do público, criando uma ligação ainda maior. É nela que também é divulgada a revista de todos os meses, e onde os mais curiosos poderão usufruir de uma informação mais completa. 4.5 Concorrentes da revista Vogue São várias as concorrentes que esta apresenta, pois num mundo tão versátil é difícil que não coincidem ideias, e que sejam criadas entidades não com o mesmo nome mas onde as ideias e nicho de mercado se coincidem, essa concorrente é a revista Elle. Assim como noutros países onde estas duas revistas estejam instaladas, a Elle será a revista que mais conteúdo tem como o da Vogue. É de destacar que Laura Torres afirma que as grandes concorrentes da Vogue seriam as próprias Vogues Internacionais (Rocha M., 2011, p. 15

32 67). De facto as outras Vogues são cobiçadas pelas leitoras, apesar de em Portugal serem poucos os sítios onde são vendidas as revistas internacionais. De um modo geral a afirmação de Laura Torres, Diretora da revista Máxima, tem uma certa razão, pois as outras Vogues internacionais são de uma qualidade imprescindível, sobretudo em termos de conteúdo e personalidades que por elas passam. A Vogue portuguesa também tem o seu mérito, somos um país mais pequeno e não poderíamos comparar esta publicação, como por exemplo uma Vogue Inglesa. São realizados estudos em relação à Vogue mais vendida em todo o mundo mas estes estudos são analisados conforme o contexto demográfico de cada país. Existem outras revistas que de certa forma também poderiam ser concorrentes, mas que não o são porque procuram um segmento de mercado um pouco diferente. Destacando a Máxima, a Happy, a Cosmopolitan, entre outras no mesmo segmento. Neste caso estas revistas em relação à Vogue são concorrentes indiretas. Seguindo o estudo apresentado pela Marktest (capitulo anexo img.4) a Elle em vários patamares, situa-se abaixo da Vogue. Por exemplo pelo perfil de Leitoras esta revista encontra-se com de audiências e Vogue com Estudo do consumidor Existem estudos realizados pela Maktest- Bareme Imprensa 4 e também por outra entidade, estudo de circulação realizado pela APCT 5 (capítulo Anexos img. 3 e 5). Todos esses estudos realizados sobre a circulação da mesma, são cruciais para um melhor desempenho em termos de estrutura das publicações. Figura 9 - Gráfico: Circulação Total média por edição 4 Medição de audiências de media Disponivel em 5 Associação portuguesa para o controlo de tiragem e circulação Disponivel em 16

33 Este é um estudo médio por edição (janeiro de 2009 a outubro de 2011). O gráfico representa que a evolução da revista cresce ano após ano, e que a aquisição do público tem sido positivo. São leitores em média por cada edição (capítulo anexo img.3 e 5) 5 Projectos A aluna teve várias tarefas ao longo de todo o seu estágio. Dias após a sua entrada, começou de imediato a realizar produções de moda. O trabalho que existe antes de uma produção é muito mais do que simplesmente ter a ideia e conseguir as peças e fotografar, existe toda uma organização de uma serie de situações que têm de ser decididas tornando-se um processo demoroso. Complementar a equipa e conseguir interiorizar tarefas com elementos que trabalham nesta área há vários anos, foi um processo de empenho e dedicação pelo lado da aluna onde teve de adquirir alguns conhecimentos e por outro lado teve a oportunidade de aplicar conhecimentos já adquiridos ao longo dos seus anos académicos. 5.1 Shooting Um dia de shooting, é quando se realiza as fotografias para as páginas de editorias de moda. Após toda a junção da ideia, e recolha de material chega o momentos onde que se reúne num estúdio ou num local externo toda a equipa de realização, o fotógrafo, assistente de fotografia, maquilhadora, cabeleireiro, assim como o produtor e seus assistentes. Toda a atenção e rapidez é necessária em dias como estes, colocar todo o material em chariot, acessórios expostos, todo um trabalho é necessário para o avanço e a qualidade deste trabalho. A aluna presenciou-se com o melhor que existe em Portugal, caras que ganharam prémios de Fashion Awards, como Miguel Viana, grande cabeleireiro português, Cristina Gomes mais uma grande personagem que contribui e continua a contribuir para uma qualidade de moda em Portugal com a sua maquilhagem, fotógrafos de renome como Pedro Ferreira e Luís Monteiro, reconhecidos como principais nomes de moda em Portugal, ainda sem nomear nomes internacionais como a grande dupla franceses Raphael Delorme et Thierno Sy e ainda Benjamin Kanarek, também grandes fotógrafos internacionais de moda. Todas estas experiências que o estágio proporcionou, são momentos que a ajuda a progredir na sua carreira profissional e conseguir distinguir trabalhos com qualidade. A aluna teve a oportunidade de conhecer vários fotógrafos, modelos, produtores de moda, maquilhadores, cabeleireiros entre outros de renome. Contactos, que de uma forma geral no presente e no futuro poderá utilizar como meio de trabalho. 17

34 Figura 10 - Preparação de todo o material para a produção de moda 5.2 Editoriais de moda Todo o processo de cada editorial de moda começa por uma ideia, por uma inspiração, a criação de um moodboard, termos e processos que são familiares no dicionário da aluna. O trabalho de uma produção de moda é dirigida por uma série de componentes que são necessárias adquirir tempo, para que a ideia seja aplicada da melhor forma e com a maior qualidade que esta revista reflete. As agências de comunicação são uma aliança importantíssima neste trabalho pois provêm delas as peças de vestuário para serem fotografadas nos editoriais de moda. Estes showrooms compostos por várias peças onde um produtor pode de facto escolher e dar azos as suas ideias. A revista Vogue sendo uma revista com um tipo de qualidade editorial exigente, carece também de uma grande qualidade em termos de amostras de peças. O produtor neste caso, Paulo Macedo faz uma seleção de coordenados de alguns designers e são levados para os estúdios de produção, consoante o pedido que é feito por parte da equipa, assim como da estagiária para que chegue a Portugal todo o material necessário para a realização do editorial em questão. São necessárias várias amostras que infelizmente em Portugal não se encontram. A ajuda é coletiva e para que um editorial tenha a qualidade merecida é importante o trabalho de cada um. Acontece por vezes que as peças selecionadas não estejam disponíveis, e deste modo é necessário algum tempo de antecedência para se encontrar novas soluções de peças. O material adquirido, não são apenas peças de vestuário, mas por vezes também acessórios de marcas de luxo que representam a imagem da Vogue, para informar as portuguesas relativamente às tendências mundiais. Este tipo de editorias direciona-se para um target específico, pois são marcas de luxo que não são acessíveis a qualquer um, mas por outro lado também é realizada a classe económica, um outro editorial onde os sonhos de luxo podem 18

35 tornar-se realidade. É nessa produção que é demonstrado ao mercado que também existe tendências e peças interessantes a preços mais acessíveis. De encontro a outro target, e mais uma vez preenchendo mais um nicho de mercado, foi criada esta classe económica onde o sonho de um público com as idades a partir dos 15 aos 18/20 anos. Contrariamente ao pensamento de alguns, a Classe económica não foi criada especialmente para o mercado português, porque também existe este conceito em revistas Vogue de outros países, por exemplo a Vogue UK com a More Dash and Cash. Conseguindo a escolha do produtor, é necessário juntar todos estes elementos e confirmar, que a guia venha detalhada com as peças que realmente chegaram, mesmo sendo peças de showroom o cuidado deve ser essencial. Juntar todas as guias recebidas juntamente com as peças e arquiva-las apenas quando todos os elementos forem devolvidos. As temáticas para cada editorial diferem consoante o tema escolhido para a revista, por exemplo a estreia de um bom filme, o lançamento de o vídeo clip que poderá inspirar o editorial. Tudo o que se passa à volta do momento, é motivo de influência, como os desfiles que são cruciais. Provindo deles, as peças e estes designers já seguiram um caderno de tendências interpretado para aquela estação, como as cores, padrões, texturas, todos estes elementos são revelados em e cada edição mensal. Existem meses específicos em que deverá ser seguida uma temática, na altura de natal, pascoa, ou a própria mudança de estação, com influência em relação ao mundo. A pesquisa é contínua, um trabalho numa revista requer esta absorção de informação constante. A própria estagiária em momentos de fecho da revista em que ainda se está a pensar na próxima (cerca de uma semana) é momento para inspiração e pesquisa, altura em que é necessário absorver informação e procurar o que poderá ser interessante para a próxima temática da revista. Rever os desfiles, pesquisar o que poderá fazer sentido. O exemplo dos In Vogue - uma página da revista - que retrata um pouco dessa pesquisa, onde o Diretor de Moda e a Editora de Moda, colocam inspiração livre, como forma de enriquecer um pouco mais os olhos dos leitores, esse moodboard que é criado com influências próprias, pensando no gosto do consumidor, de certa forma enriquecer o próprio gosto de cada um. O primeiro editorial onde a aluna participou, fruto do shooting e imagens anteriormente apresentadas realizou-se em dezembro. Foi um editorial bastante colorido, retratava as próximas tendências da nova estação que viria, a primavera. Cores fortes, amarelos, rosas, roxo, um todo colorido que trouxe um fascínio enorme e vontade de continuar por parte da aluna, não apenas pelo editorial em si, mas também por todo o trabalho que iria desenvolver ao longo dos seus meses de estágio. Conheceu grandes modelos como a Sara Sampaio. 19

36 Figura 11 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera Demonstrar partes do trabalho desenvolvido ao longo de todo o relatório, é motivo de grande orgulho por parte da aluna. São trabalhos como estes que a fizeram crescer profissionalmente. Ao longo do seu ciclo académico, nomeadamente no primeiro ano de Mestrado foi realizado por parte da aluna um editorial fotografado, onde a ideia de peças, a procura de inspiração já tinha sido realizado por parte da mesma, mas neste caso o trabalho acabou por ser de outro lado, como ajudante do produtor de moda. Os papeis invertem-se, porque no seu mestrado tinha sido a fotógrafa, no estágio a sua tarefa era ajudar o produtor de moda em tudo o que fosse necessário. A Vogue segue um tipo de qualidade de luxo que se verifica na pose das modelos, no tipo de vestuário, já referenciado, nas silhuetas, e na própria luz da fotografia. A entidade permite que haja este tipo de excentricidade que é também uma palavra que caracteriza esta revista. Este trabalho atinge o público pretendido, e são matérias como estas que este tipo de mercado procura. 20

37 Figura 12 - Editorial de moda Vogue nº112 - Otimismo de Primavera Figura 13 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera 21

38 Os cabelos, as cores a própria maquilhagem, a mistura de cores, o exagero, a excentricidade, a própria alegria que este editorial transmite, este tipo de peças de vestuário que apela o leitor a comprar e a desejar, é também esse o caracter que uma revista tenta transmitir, manifestar a vontade de comprar o produto é também o intuito de esta ou qualquer revista. A informação é primordial mas a curiosidade do efeito semeado no leitor é crucial. Para além de aluna participar e estar presente em todos estes editoriais, tinha a tarefa de apontar todas as peças que as modelos tinham vestido. Forma de informar as leitoras do preço, tipo de tecido e de que marca são as peças. Da mesma maneira que estas legendas/créditos existem para informar o leitor, também é uma forma de agradecer as marcas por terem cedido as peças para fotografar. É um trabalho mútuo de ambas as partes, os showroom necessitam dos produtores de moda para movimentarem e demonstrarem as peças e os produtores de moda também precisam das roupas para realizarem o seu trabalho. Por fim é creditado no final do editorial de moda, ultima fotografia, o nome de quem maquilhou, de quem fez os cabelos, do assistente de fotografia e dos assistentes de produção que nesse caso era a aluna juntamente com outro elemento do departamento de moda, Marta Brito. Figura 14 - Editorial de moda Vogue nº112 - Otimismo de Primavera Este lado quase exagerado de mistura de tons e peças, destaca-se em praticamente todos os editorias de moda desta revista, esta já caracteriza a própria identidade da Vogue Portugal, é notório no seguimento destas imagens. Quando é referenciado a identidade de uma revista como a Vogue, nunca poderá ser esquecido as suas raízes, e a qualidade que deve manter e 22

39 lutar para que ela permanece em todas edições. Mas mesmo que esta deva manter todos estes paradigmas, não influência que esta entidade não possa ter a sua própria identidade. Figura 15 - Editorial de moda Vogue nº Otimismo de Primavera Foram tarefas deste patamar que impulsionaram a aluna a conhecer o que existia no mercado como marcas, conhece-las profundamente pois trabalhava com estas entidades diariamente. Aqui também se reflete a aprendizagem obtida no Mestrado de Branding e Design de Moda, o reconhecimento de cada marca com o qual trabalhava diariamente foi momento de aplicar, compreender e crescer nos seus conhecimentos. Para além de editorias de moda a aluna também teve a oportunidade de participar em outros trabalhos que também pertence a este mundo de fotografar peças, mas com outras histórias. Fotografar uma figura pública ou uma modelo, são trabalhos diferentes. Por norma são muito menos fotografias e trabalhar com uma figura pública requer outro tipo de preocupações, tais como o reforço pelo lado do fotógrafo em explicar o tipo de poses que deve manter ao longo de todo o editorial. Neste caso apresentado era a fadista portuguesa que ultimamente tem tido um grande sucesso na música e mesmo como presença de figura pública na Moda, estando presente em vários eventos, tais como a Moda Lisboa. 23

40 Figura 16 - Artigo sobre a vida de Carminho - Vogue Portugal nº 112 O local foi escolhido a pensar um pouco no que Carminho faz na vida que é cantar. O fado que retrata o povo português e a escolha do local teria que transmitir essa riqueza e essa tranquilidade, o tradicional. As peças de vestuário seriam peças como a Vogue comanda. Peças um pouco mais excêntricas, de um lado existe um vestido colorido que transmitia a tendência da estação e da própria temática da edição da revista, por outro lado um vestido Valentino preto bordado com flores que de certa forma transmite duas vertentes o fado, a excentricidade pela textura, e a própria marca em si. As peças, mais uma vez foram escolhidas conforme a alma que se queria transmitir ao leitor, neste caso não tanto no intuito de demonstrar como quando acontece em editorias de moda temáticas onde o vestuário é primordial, neste caso obviamente que demonstra o vestuário mas o paradigma seria vestir o papel também da personalidade, ajudando a reforçar a alma de Carminho. Na continuidade deste universo de editoriais pelo qual esta revista é composta, existem ainda uma série deles onde a aluna participou ao longo dos seus quatro meses de estágio, onde alguns poderão ser consultados ao longo ainda do corpo do relatório e outros em anexos. (capitulo anexos img. 11 e 12.). Participou na elaboração da fotografia de algumas personalidades como a de Pedro e Pedro, Designer português de renome com um trabalho bastante apelativo onde é relatado um pouco da vida profissional do mesmo, ainda a fotografia de uma conscious collection da H&M, com caras conhecidas como a atriz Joana Seixas, a maquilhadora Joana Moreira também ela uma grande maquilhadora que contribuiu para a identidade da Vogue portuguesa, a Mel do Monte vocalista da banda portuguesa e em voga, Miúda, Vera Pinto Basto fundadora do restaurante Origem e ainda Rita Curica fundadora da marca de cosmética Organii (capitulo anexo img. 42). 24

41 A classe económica (editorial de moda), já anteriormente referenciada também fez parte do ciclo da aluna, com peças mais acessíveis mas sem perder o brilho e o luxo desejado. Este editorial foi criado para captar a atenção de um mercado sonhador, e responder a um público com um poder económico mais baixo. A pensar num consumidor jovem e que tem algum fascínio por este universo. A Aluna mais uma vez se presencia com editorias que se diferem pelo intuito. As marcas associadas a este tipo de editorial, são marcas que minimamente são comuns para toda a gente, mas estes trazem por norma peças que as pessoas desconhecem e que acabam sempre por despertar interesse. As marcas que são aqui colocadas são por exemplo, Massimo dutti, Zilian, H&M, Pepe Jeans, Geox, Patrizia Pepe, Tara Jarmon, Primark, Mango, entre outras. É de salientar que estas marcas apesar de serem mais acessíveis, não são produtos que não poderiam estar noutro editorial juntamente com marcas de luxo. O preço não é apenas o brilho de uma peça mas também a qualidade. Uma das classes económicas que a aluna teve a oportunidade de participar teve como título Brisa de Verão, tons pastéis eram a temática deste editorial, produção de Ana Campos. Figura 17 - Classe económica Brisa de Verão Vogue Portugal nº 114 Todo o prolongamento deste editorial poderá ser consultado em anexo (capitulo anexo img. 35, 36 e 37.) A continuação de aprendizagem estende-se ao longo de todo o percurso de estágio da aluna, é de salientar que a aprendizagem não foi apenas em termos de fotografia, e de diferentes 25

42 formas de fotografar pois a aluna teve a oportunidade de acompanhar não apenas a fotografia de modelos, mas também apenas dos produtos. Estes objetos que representam uma marca falam por si só, quem reconhece bem o universo das marcas não necessita de ver a etiqueta daquele produto para designar a quem ele pertence. Estes produtos de luxo contam uma história e cada uma delas leva com ela uma identidade própria de quem as criou. A aluna graças a toda esta presença de marcas em seu redor captou pormenores que sem estar em contacto com estes, talvez não poderia responder. Este editorial foi um começo de mistura de marcas de luxo onde mais uma vez esta etapa lhe ensinou mais um pouco sobre este universo. Este editorial de moda tem como nome Cores & texturas realizado por Ana Caracol, assistida pela aluna. Marcas como a Marni, Emilio Pucci, Givenchy, Vionnet, Roberto Cavalli, Tod s, Missoni, Mawi (marca de acessórios), Dolce & Gabbana tão característico nesta estação pelas rendas, Christian Louboutin, entre outros. Figura 18 - Editorial de moda Cores & texturas Vogue Portugal nº 112 Para compreender as apostas atuais da gestão de uma marca de luxo é necessário fazer um retorno na história, no sentido de definir o que a noção de luxo significou sucessivamente no tempo, para situar o que quer dizer hoje e o que poderá significar amanhã. Este retorno é uma condição prévia aos princípios que devem agora reger o marketing das marcas de luxo. (Lipovtsky G., 2003, p. 137) Esta frase vem salientar alguma da aprendizagem da aluna ao longo do seu Mestrado, onde o Professor Luís Salomão, interiorizou várias vezes este género de temáticas ao longo das suas aulas. Esta referência do livro de Lipovtsky, vem no seguimento do que foi referenciado anteriormente pela aluna, toda a marca tem uma história e estas grandes marcas de luxo 26

43 apresentadas na fig. 18 não foram escolhidas apenas pelo que elas são visualmente mas também pela marca que representam. Antes de estas marcas se desenvolverem e se caracterizarem como marcas de luxo, foi fundamental elas estudarem a história do próprio luxo em si. Produtos como estes que têm a notoriedade como foram colocados neste editorial e por serem apresentados em revistas como a Vogue, são também alvos de um estudo de marketing realizado a pensar no que já aconteceu, no presente e também no futuro destas mesmas. Ainda no segmento de editoriais mas neste caso, os editoriais de moda internacionais que são sindicados pela revista. Acontece não só com editoriais de moda mas também com alguns artigos que se encontram por vezes ao longo de toda a revista. A sindicação permite que haja uma melhor gestão de recursos financeiros na Vogue portuguesa já que ao adquirir material sindicado reduz o investimento que representa produzir por si todas as produções fotográficas da publicação (Rocha M., 2011, p. 62). Esta é uma das razões pelo qual algum material é sindicado, mas não é apenas por um motivo financeiro, a qualidade estética que algumas produções saem noutras revistas têm um carácter bastante harmonioso por vezes para a revista, e é na busca dessa harmonia estética que por vezes não é necessário voltar a produzir outro editorial que por vezes pode nem chegar aos topo pretendido. Por vezes por uma falta de recursos, este material que já existe noutra Vogue ou noutra revista como a Vanity Fair, pode fazer toda a diferença. Por norma os editoriais de moda sindicados provêm de outra Vogue, japão, francesa, americana, entre outras. A sindicação também passava pelas mãos da estagiária, onde era preciso creditar todo o editorial com as legendas. Mais uma vez neste paradigma houve um esforço pela aluna de reconhecimento de marcas, pois alguns editoriais eram japoneses e a única forma de legendar o editorial seria pelo produto fotografado. As marcas não podem ser traduzidas assim como um nome próprio o que também ajudava a aluna nesta tarefa, mas por vezes na mistura de vários produtos onde as marcas se repetiam na mesma fotografia era necessário um conhecimento prévio do material, ou seja a própria pesquisa que era efeituada, também se insere no desenvolvimento e crescimento um reforço no reconhecimento e conhecimento das marcas. O primeiro editorial de moda sindicado com que a aluna se presenciou tinha como título: Quarto com vista para Veneza. 27